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quarta-feira, abril 19, 2006
 
They just don't understand

é visceral. a fraqueza. a franqueza. a líbido. a inocuidade dos beijos. a inércia dos sentidos. o não. o assim-assim. o silêncio. o riso. a saudade de poucos dias. a memória de poucos meses. os sonhos e os pesadelos. as dores no corpo. a imagem sem espelho. a reorganização do espaço. os pézinhos de lã. o esforço vertical. a sede. a capacidade diminuta de pensar. o querer voltar. o orgulho e a vergonha. a religiosidade de quem já não acredita. o cepticismo de quem já não consegue querer muito. evitar o circulo. procurar os braços familiares. gerir as contas. os contratos. não perder nada pelo caminho. é visceral e solitário. o caminho.
 
Comments:
É interessante a forma como crias sentido em enunciados que aparentemente não o teriam... (Ou será que fui eu me identifiquei de tal modo com as tuas palavras, que os vejo emergirem como se fossem naturais?!) Mas, também, o sentido servirá para alguma coisa?! Como diz agora muito um amigo meu: «Essa não é a questão essencial». E a questão essencial talvez nem exista!...
Lembro-me agora da historia que se conta acerca da Gertrude Stein na hora da sua morte. Perguntava ela: «Mas afinal, qual é a resposta?» E, perante a passividade dos familiares e pessoas amigas que a rodeavam, tornou ela: «Ok, então qual é a pergunta?»
O que interessa, isso sim, é que vejo, nesta imagem com (pelo menos) um espelho, múltiplas possibilidades - e não sentidos inertes.
Um dia destes havemos de falar dos "pézinhos de lã"... pois parece-me que não é a primeira, nem a segunda ou terceira vez que utilizas tal expressão. Interessante. Melhor: gosto. Tráz-me tanto de ti...
Am I one of those who understand?
Kisses

P. S. Já agora, vê lá se estruturas o teu blog de modo a que seja possível ver o post enquanto escrevemos. Ou será que já tens essa opção e eu é que não sei lá ir dar... Sim, é possível.
 
Muitas foram as vezes em que realmente acreditei que não percebiam e realmente não percebem. No entanto acaba por ser acolhedor um entendimento que não é colectivo. Os poucos que sabem, que percebem são assim como tu! Gosto de ti no meu "colectivo" ;)
Bisou
 
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